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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Gaúcho expulso do RS pelo governo cria polemica mundial

Governo diz que modo como o gaúcho se vestiu ajuda a piorar a fama do RS de não ter homem macho.

O governo do Rio Grande do Sul expulsou um gaúcho, simplesmente pelo estilo diferente dele se vestir e o caso gerou polemica mundial, sendo notícia ao vivo no canal CNN e também no jornal New York Times. O governo alega que fez isso porque repudiou o modo como o gaúcho se vestia e andava pelas ruas.

“Os gaúchos já sofrem com piadinhas de mau gosto e aparece nas ruas um cidadão se vestindo daquele jeito, é necessário mesmo expulsá-lo do estado”, disse a Assessoria de Imprensa do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Segundo o ofício de extradição, o Gaúcho em questão foi enviado para o Uruguai. O advogado de defesa disse que o ato do governo foi ditatorial e põe em questão o debate sobre a liberdade que cada gaúcho tem, de se vestir como bem entender.
 

Desculpe, foi engano.

Você já fez, algum dia, uma ligação telefônica para um número que não era o desejado?

Certamente, sim, pois isso é muito comum.

E o que você costuma dizer numa situação dessas? Provavelmente pede desculpas pelo engano, ou desliga o telefone assim que ouve a voz que lhe atende.

Mas também é muito provável que você já tenha atendido uma ligação em que alguém, do outro lado da linha, tenha dito: Desculpe, foi engano. E o que você diz, nesses casos?

Infelizmente, há muita falta de tolerância para com esse tipo de equívoco, cometido por um número expressivo de criaturas.

O comum é se ouvir o telefone batendo com violência, ou reprimendas e palavrões ditos por aqueles que atendem a um telefonema indesejado do senhor engano.

E isso acontece porque a pessoa que assim age conta com o anonimato, pois se alguém lhe bate à porta da casa, por engano, provavelmente não age dessa forma.

No entanto, há casos belíssimos de telefonemas feitos aparentemente por engano, e que tiveram um desfecho inesperado.

É o caso de um jovem rapaz que, há algum tempo, foi acordado pela campainha do telefone, por volta das quatro horas da madrugada.

Ele atendeu e percebeu que a moça que falava do outro lado da linha, tinha a voz entrecortada pelas lágrimas e estava visivelmente transtornada.

Ouviu, por alguns instantes, e notou que era engano, pois a jovem nem o deixou falar e já começou a fazer considerações como se estivesse falando com outra pessoa.

Avisava-o que, por causa do seu comportamento, por tê-la abandonado quando soube da gravidez indesejada, havia tomado uma super dose de comprimidos, com a intenção de se suicidar.

O moço procurou informá-la, com muito jeito, de que ela não estava falando com a pessoa que desejava, mas talvez tivesse ligado para a pessoa certa.

A voz da moça estava cada vez mais fraca, suas forças estavam se esvaindo, mas o rapaz procurou manter o diálogo até saber o seu nome e endereço.

Assim que desligou o telefone, providenciou o socorro, indicando aos médicos o endereço e também o que havia ocorrido.

Algum tempo depois, estava o jovem rapaz pregando em seu templo religioso, quando percebeu uma moça chegar timidamente e sentar-se ao fundo da sala.

Ao terminar a palestra, alguém lhe apresentou a jovem dizendo que ela estava à sua procura.

Ela se apresentou e disse que era a moça do telefonema por engano, daquela madrugada amarga.

Falou-lhe que o socorro chegou a tempo de salvá-la e que estava ali para lhe agradecer...

Para lhe agradecer por não ter desligado o telefone quando percebeu que era engano, mesmo tendo seu sono perturbado em plena madrugada...

Por ter ouvido seus xingamentos iniciais com tolerância e ainda lhe oferecer palavras de esperança, naquele momento de desespero...

Por ter-lhe dito que o suicídio, além de não pôr fim à vida, ainda agrava os problemas.

E, finalmente, agradecer-lhe por estar viva naquele momento, ela e seu filho por nascer, e poder ouvir novamente suas palavras de consolo e esclarecimento, acerca das leis que regem a vida.

* * *

Pense nisso!

Ao atender um telefonema indesejado, procure ser gentil. Geralmente a pessoa que se engana está atribulada, e não faz de propósito.

E, se porventura você se der conta de que ligou para o número errado, desculpe-se com educação.

Considere que, em tudo o que lhe acontece na vida, você sempre pode tirar a melhor lição.

Eu acho que já vivi isso antes! A ciência por trás do déjà vu.

Déjà vu é matéria de discussão, filmes, livros, mistérios. Mas o que é exatamente déjà vu? “É o sentimento que você já fez exatamente a mesma coisa antes – já esteve naquele lugar ou já realizou aquela atividade em particular – quando você sabe que não fez”, explica a especialista no assunto, Anne M. Cleary.

Segundo Cleary, nem todo mundo experimenta a sensação, mas a maioria das pessoas sim.
Talvez seja um curto-circuito no cérebro. Ou uma memória distante que escorregou para o presente. Ou as duas coisas e algo mais. Seja qual for o caso, o déjà vu não é apenas um sentimento estranho e irrelevante na vida: a melhor compreensão do fenômeno quase certamente levará a uma melhor compreensão de como nosso cérebro funciona.

Akira O’Connor, que estuda déjà vu na Universidade de St. Andrews, na Escócia, afirma que os jovens, da adolescência a meados dos 20 anos, experimentam mais déjà vu. Pessoas cansadas também têm a sensação com mais frequência, como aqueles que viajam muito. Mesmo com muitos mais anos armazenados em seus bancos de memória, as pessoas mais velhas não são tão propensas a déjà vu.

Quando a maioria de nós sente um déjà vu, achamos um pouco esquisito ou mesmo significativo – quem nunca pensou que poderia ser uma lembrança de uma vida passada? 

A maioria simplesmente continua com seu dia. Outros não são tão sortudos: algumas pessoas sofrem de déjà vecu, uma sensação de já ter vivido antes.

“Parece louco, até divertido, mas na realidade é extremamente inquietante e muda drasticamente o comportamento das pessoas”, conta O’Connor. “As pessoas acham que experimentam a sensação mais fortemente com novas experiências. Como eles acham essa situação inquietante, tendem a evitar a novidade, com a triste consequência de que podem retirar-se do mundo para um pequeno universo de familiaridade, assistindo reprises de filmes e programas de TV o tempo todo porque isso lhes traz menos angústia”, explica.

Não há nenhum tratamento para pessoas com essa condição, que é muitas vezes relacionada com problemas de memória e envelhecimento. 

Mas como pode ter um tratamento se não há nem uma compreensão clara do que causa o déjà vu e sentimentos relacionados a ele?
 
Por enquanto, os pesquisadores estão encontrando novas maneiras de analisar o déjà vu. Cleary está usando realidade virtual para ver se pode acionar o sentimento nas pessoas e descobrir exatamente o que em uma “cena” faz o déjà vu acontecer. Já se sabe que visão não é necessária, pois pessoas cegas têm déjà vu também.

“Os pesquisadores precisam descobrir o que causa a desconexão entre o sentimento de que algo é familiar, e saber que esse algo não pode ser familiar”, diz O’Connor. “Quero entender quais partes do cérebro estão associadas com o sentimento de familiaridade e quais partes estão associadas com o saber que algo deve ou não deve evocar memórias”, conta.

Dar de Si Antes de Pensar em Si

Foi com esse lema que o ROTARACT CLUB de Alexandria fez mais uma campanha em prol da comunidade ao fazer a entrega de uma cesta basica a um pai de familia que se encontrava em dificuldades  devido um acidente de moto que o impossibilitava de trabalhar, o mesmo trabalha como cantador no deposito de lixo da cidade e seus ferimentos não permitem o contato com aquele local  tendo ainda que sustentar mulher e dois filhos. Tentando amenizar este problema alguns membros do club que se encontravam á disposição foram na tarde do ultimo sábado(10), a resindencia do mesmo para uma visita e fazer a entega dos mantimentos.







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